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  • Foto do escritorLuan Radney

Turnê de holograma do Abba será levada pelo mundo afora


Até o momento, espetáculo tecnológico que custou US$ 175 milhões só pode ser visto em Londres, na Inglaterra.


Em 2022, o Abba realizou os seus primeiros shows após 42 anos de maneira nada convencional. No palco das apresentações – intituladas “Voyage”, em razão do álbum de estúdio mais recente do grupo – estavam hologramas dos artistas, que recriavam suas aparências na década de 1970, em vez dos próprios cantores.


Até agora, só é possível ver esse espetáculo em Londres, na Inglaterra, até janeiro de 2024, na Abba Arena – construída sob medida para a ocasião. No entanto, o concerto holográfico deve percorrer outros lugares do mundo em breve.


Lucian Grainge, presidente da gravadora do grupo, Universal Music, revelou a novidade durante uma conferência virtual. Sem dar detalhes, apenas declarou (via Variety):

“Agora há planos em desenvolvimento para levar o ‘Abba Voyage’ para o mundo afora.”


Como funciona o “Abba Voyage”?


O show “Abba Voyage” demorou dois anos para ficar pronto devido às pesquisas e estudos, como explicou a produtora Svana Gisla em entrevista ao NME.


Durante cinco semanas, o diretor Baillie Walsh, junto de sua equipe, filmou os integrantes do Abba em movimento com cerca de 160 câmeras diferentes para criar avatares virtuais específicos de cada um deles (apelidados de “Abba-tars”). Como os hologramas imitam suas aparências da década de 1970, a performance de dublês mais jovens também foi utilizada no resultado final.


Segundo a Vulture, o projeto custou US$ 175 milhões (R$ 942 milhões na cotação atual), tornando-se um dos shows ao vivo mais caros de todos os tempos. Por causa da tecnologia avançada, o “Abba Voyage” concorreu em duas categorias no 21º Prêmio da Sociedade de Efeitos Visuais, responsável por eleger os melhores efeitos visuais do entretenimento de 2022, vencendo uma delas – Melhores Efeitos Visuais em Projeto de Local Especial.


A duração da apresentação – cujo repertório passa por toda a discografia do Abba – é de 90 minutos e inclui 22 músicas com vocais gravados previamente. Há ainda a presença de uma banda ao vivo de dez membros, montada com a ajuda de James Righton, ex-integrante do Klaxons.


Veja vídeos abaixo.




Em 2008, em uma conversa com o jornal The Telegraph, o integrante Björn Ulvaeus afirmou que o Abba não realizará mais shows juntos.

“Nunca mais apareceremos no palco. Simplesmente não há motivação para isso. O dinheiro não é um fator, gostaríamos que as pessoas se lembrassem de nós como éramos antes. Jovens, exuberantes, cheios de energia.”

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