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  • Foto do escritorLuan Radney

Slipknot: Clown gostaria de tocar os sete álbuns da banda na íntegra ao vivo



Em entrevista para a Kerrang!, Shawn “Clown” Crahan comentou sobre o possível futuro do Slipknot em turnê.


Para o percussionista, a banda deve mudar o ritmo das performances ao vivo eventualmente. Com o vocalista Corey Taylor chegando aos 50 anos e o próprio Shawn (mais conhecido como Clown) prestes a completar 54, é natural que algumas coisas mudem na rotina do Slipknot.


“Posso prometer que não vamos fazer turnês do jeito que era antes. Se continuarmos nos forçando do jeito que era, acho que não conseguiríamos manter o ritmo,” reflete.





Por outro lado, algo que parece interessar Clown é a possibilidade de tocar todos os álbuns do Slipknot na íntegra – um por noite.


“Consigo imaginar arenas menores com mais datas,” conta. “Não seria ótimo se tivéssemos sete dias em Nova Iorque ou em Londres ou em qualquer lugar, em uma arena de tamanho razoável, e tocássemos cada álbum na íntegra? Com intros, figurinos, produção, e tudo daquela época? Seria legal.”


“Tem algumas músicas que nunca tocamos ao vivo, lugares onde nunca estivemos. Isso é inaceitável!”, conclui.





Recentemente, Corey Taylor comentou que existe provavelmente uma música que o Slipknot nunca tocaria ao vivo. A faixa em questão é “Gematria (The Killing Name)”, do álbum All Hope Is Gone (2008). Apesar de ter uma preferência pessoal pela música, Taylor diz que seus colegas de banda não se sentem do mesmo jeito.


“[Os motivos] nem são sentimentais. É ressentimento. Mas, pra mim, cara, é explosiva pra c*ralho e eu amo essa música. Eu posso ouvir essa p*rra o dia todo,” comenta. “Mas nunca vai acontecer. A menos que o Papa abra um show do Slipknot um dia, isso nunca vai acontecer.”









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