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  • Foto do escritorLuan Radney

Skid Row: preparando com calma o sucessor de “The Gang’s All Here”


Skid Row. Crédito: Reprodução/Facebook



Depois do sucesso do álbum, “The Gang’s All Here”, com o novo vocalista Erik Gronwall, é natural que todos perguntem: “quando teremos um novo disco?”.


Segundo o site Mundo Metal, em uma nova entrevista ao canal Tulsa Music Stream, questionaram o guitarrista do Skid Row, Dave “Snake” Sabo, sobre o processo de composição do novo álbum. Ele disse o seguinte:

“Nós já escrevemos algumas coisas envolvendo Erik também. Fizemos turnê por bastante tempo, então isso ocupa nosso tempo… Não somos muito adeptos de compor na estrada, somos péssimos nisso, na verdade. Uma coisa que fazemos é criar riffs nas passagens de som e nós utilizamos esses riffs posteriormente. E quando dissermos, ‘ok. Vamos começar a escrever para o próximo disco’, pararemos a turnê por um tempo e realmente começaremos o processo de entrar em uma sala, fechar a porta e desligar os telefones. Ainda somos da velha escola, cara. É tipo, gravamos esses riffs no ditafone. E então me lembro que construímos esse estúdio na minha casa em Nova Jersey anos atrás, um estúdio enorme. E Rachel Bolan e eu estávamos na sala ao vivo e tínhamos uma ideia. E em vez de bater no gravador ou algo assim, nós dois apenas instintivamente pegamos nossos ditafones. E nós nos entreolhamos e tipo, ‘o quê? Acabamos de gastar uma quantia absurda de dinheiro construindo este estúdio e ainda estamos usando um ditafone’. O iPhone é nosso ditafone agora. Então é realmente muito legal sentar lá e poder entrar em uma sala depois de terminar a turnê e coisas assim, e voltar e ouvir esses riffs. E você olha a data e você fica tipo, ‘oh meu Deus. Tudo bem. Isso foi passagem de som em Seattle’ ou ‘isso foi passagem de som em Boise’. Há algo que se liga a isso e que ajuda a estimular o processo criativo. Isso meio que me lembra a você, como escritor, de onde você estava naquele momento específico quando isso aconteceu, e então, potencialmente, fica claro o que aquilo poderia ser. É um processo emocionante.”

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