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  • Foto do escritorLuan Radney

Roger Glover fala sobre a longevidade do Deep Purple


Reprodução/Facebook

 


Na verdade, mantivemos nossa intenção original de nos concentrarmos na música. É tudo uma questão de música. Ao longo do caminho, o mundo digital nos invadiu, mas ainda gravamos exatamente da mesma maneira e ainda escrevemos exatamente da mesma maneira. Então é isso que somos. É pegar ou largar.” 


Roger também falou que através de todo esse tempo, o Purple nunca tentou replicar alguam fórmula passada de sucesso, e sempre tentaram arriscar ao novo:


Uma das regras da vida é que você nunca pode voltar atrás. Tudo tem seu tempo. E a música que foi feita nos anos 50 teve seu tempo. Não pode ser recriada. Você pode fazer paródias disso. Mas tudo tem que seguir em frente. Tudo tem que mudar. Mesmo enquanto você arrasta o passado com você, porque as influências estão sempre lá, sempre será uma coisa nova. Você não pode recriá-lo.


O Deep Purple até pensou em uma turnê de despedida em 2017, porém, eles decidiram que não era o momento e pelo visto, ainda teremos muito a vir pela frente.



 

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