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  • Foto do escritorLuan Radney

Baixista John Giblin morre aos 71 anos

Músico viria ao Brasil com o Dire Straits Legacy mas acabou substituído; currículo conta com mais de 250 gravações com astros da música



O baixista escocês John Giblin faleceu no último domingo (14), aos 71 anos. Seu currículo contava com mais de 250 créditos em gravações com artistas como Peter Gabriel, Phil Collins (é dele o baixo em “In The Air Tonight”), John Lennon, Paul McCartney, Eric Clapton, Fish, Simple Minds, Kate Bush e Jon Anderson. Também transitou por outros gêneros musicais, como folk, jazz e clássico.


Curiosamente, ele estava escalado para vir ao Brasil nas últimas semanas com o Dire Straits Legacy, mas acabou substituído em cima da hora por Max Gazzè. À época, não houve qualquer explicação sobre o motivo para a troca – assim como não há informações sobre a causa da morte até o momento.





Em seu site oficial, Kate Bush escreveu:

“Todos amavam John. Era um homem realmente bonito em todos os sentidos da palavra. Todos queriam trabalhar com ele porque era um grande talento e todos queriam ser seus amigos porque era uma pessoa maravilhosa.
Eu amava muito o John. Foi um dos meus amigos mais queridos e próximos por mais de quarenta anos. Nós sempre estivemos lá um para o outro. Era alguém muito especial. Adorei trabalhar com ele, não apenas por ser um músico extraordinário, mas porque sempre era muito divertido. Costumávamos rir tanto que tínhamos que dar uma pausa, sentar e cair na gargalhada por um tempo.
Ele adorava ser levado ao limite em um contexto musical. Era realmente emocionante senti-lo cruzar linhas e encontrar frases musicais incrivelmente lindas. Ele realmente se entregava. Foi uma alegria e uma inspiração ver até onde conseguia chegar.
Todos nós perdemos um grande homem, um músico incomparável e eu perdi meu amigo muito especial. Meu mundo nunca mais será o mesmo sem ele.
Kate”




Pelas redes sociais, o Dire Straits Legacy também se manifestou.

“Sem palavras. Adeus, querido amigo John, de toda a família DSL.”


Os mais recentes trabalhos de estúdio de John envolveram gravações ainda em andamento para um projeto de dois álbuns com o guitarrista Wendell Richardson, bem como um tributo a John Martyn. Além de acompanhar bandas e artistas, ele trabalhou em uma série de trilhas sonoras, como a de “007: O Amanhã Nunca Morre” (1997) e “Ratz: o Anel Mágico” (2000).










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