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  • Foto do escritorLuan Radney

Mudança no Spotify pode render ainda menos dinheiro a artistas menores


Foto: Haithem Ferdi / Unsplash



Novas mudanças de regras do Spotify podem prejudicar diretamente artistas de menor porte. A plataforma determinará que os streams anuais de uma faixa devem atingir um limite mínimo para gerar royalties.


De acordo com a Billboard, haverá também penalidades financeiras para gravadoras que tentarem manipular o sistema com atividades fraudulentas. Além disso, um novo requisito mínimo de tempo de reprodução será implementado em faixas sem música e com ruído.


As ações devem prejudicar ainda mais artistas de pequeno porte, que já eram os mais atingidos pela baixa remuneração do aplicativo – entre US$ 0,003 e US$ 0,005 por reprodução. As novas diretrizes surgiram após conversas com as três grandes gravadoras da indústria – Universal Music Group, Sony Music Entertainment e Warner Music Group – além de selos e distribuidoras, de acordo com a Billboard.


Outra reportagem, do Music Business Worldwide (via Loudwire), aponta que um relatório separado observa que o Universal Music Group, assim como algumas outras grandes gravadoras, estão em negociações para descobrir um novo sistema de pagamento que atenderá a artistas e gravadoras estabelecidas.


O Spotify lançou anteriormente um recurso Showcase, que cobra dos artistas para promover músicas como um banner pago no topo da página inicial para o que eles chamam de “prováveis ​​ouvintes”. De acordo com os responsáveis pela iniciativa, pessoas com acesso à publicidade teriam 6 vezes mais propensão de clicar.


Porém, como aponta o Metal Injection, exibir sua música no Showcase gera remuneração a partir de US$ 100 com base no custo por clique (CPC) a partir de US$ 0,40.

“Portanto, um clique na sua música custa US$ 0,40 e você ganhará cerca de US$ 0,005 em royalties por audição. Tenho certeza de que você está percebendo como essa matemática não funciona a seu favor. Basicamente, você precisaria que cada pessoa que clicasse em seu anúncio transmitisse seu novo álbum ou single mais vezes do que provavelmente fariam para obter lucro.”

A empresa ainda não se manifestou publicamente sobre os apontamentos dos veículos de comunicação.


Sobre o Spotify

Criado na Suécia, em abril de 2006, o Spotify conta atualmente com cerca de 406 milhões de usuários ativos, sendo 180 milhões deles em modalidades pagas. Seus arquivos armazenam mais de 100 milhões de músicas e outros registros de áudio.



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