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  • Foto do escritorLuan Radney

Greta Van Fleet: Josh Kiszka comenta recepção do público após se declarar LGBTQIA+



Josh Kiszka, do Greta Van Fleet, falou pela primeira vez sobre como se sentiu ao se assumir publicamente membro da comunidade LGBTQIA+.


Segundo o site Wikimetal, o vocalista fez uma postagem no Instagram em junho onde revelou estar em um relacionamento homoafetivo há 8 anos. A decisão de Josh veio após o surgimento de projetos de lei no Tennessee que ferem os direitos LGBTQIA+.


Em entrevista para a Rolling Stone, Josh Kiszka conta que ficou preocupado com a possível reação do público e achou que passaria a ter “um alvo nas costas”, o que, felizmente, não aconteceu. Tanto os fãs do Greta Van Fleet quanto grandes nomes do metal, como Rob Halford, demonstraram apoio ao vocalista nas redes sociais.


“Você realmente se sente assim, o que é péssimo, mas é verdade”, desabafa. “Tudo foi recebido com amor, aceitação, humildade e respeito, e isso foi uma grande onda de reafirmação de que as coisas estão caminhando na direção certa. Como performer e entertainer, um grande peso saiu dos meus ombros. Porque, no fim das contas, enquanto artista ou só como pessoa, todos nós queremos ser compreendidos de alguma forma.”



Kiszka também falou sobre a surpresa que os fãs do Greta Van Fleet prepararam para a performance em Nashville, no dia 24 de julho. Durante uma das músicas, o público ligou as lanternas dos celulares em frente à pedaços de papel colorido, o que criou um efeito colorido de arco-íris na plateia.


Josh se emocionou com o gesto. “O fato que tantas pessoas conseguiram se comunicar e se coordenar para fazer aquilo acontecer foi extraordinário. Foi muito difícil controlar a emoção, e pode soar muito profundo, mas a canção ganhou outro significado naquele momento”, conta.


“Eu expliquei para a plateia que espero que um dia será irrelevante quando eu cantar ‘Hate bound by fear will unwind’ [‘O ódio motivado pelo medo irá se dissipar’]. Quando você diz palavras assim, você percebe que está no meio de um movimento”, conclui.







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