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  • Foto do escritorLuan Radney

Com investigação arquivada, Till Lindemann lançará álbum solo em novembro


Foto: FlashMovie / Depositphotos



Till Lindemann, vocalista do Rammstein, anunciou o lançamento de um álbum solo. Intitulado “Zunge”, o disco deve sair digitalmente no dia 3 de novembro e está disponível para pré-venda em diferentes formatos físicos, com entrega a partir do dia 17, pelo site oficial da banda.


De acordo com o Zeit Online, a Universal Music, sua gravadora de longa data, não tem qualquer envolvimento com o projeto. Até o momento, a lista de faixas não foi divulgada.


Na semana passada, o artista disponibilizou a música “Sport Frei”, que deve fazer parte do trabalho. Ouça abaixo.



Nos últimos meses, Lindemann também liberou “Zunge” (que dá nome ao disco), “Nass”, “Schweiss” e “Lecker” como singles. Devido à arte presente na edição “fan box” do novo trabalho, há a teoria de que uma canção intitulada “Fleisch” integrará o ainda não revelado tracklist. Confira a capa do material a seguir.




Till Lindemann e “Zunge”

Vale destacar que “Zunge” será o primeiro disco totalmente solo de Till Lindemann. Além do Rammstein, o cantor manteve a partir de 2013 uma banda paralela, chamada Lindemann, juntamente do multi-instrumentista Peter Tägtgren (Hypocrisy, Pain). Dois álbuns foram disponibilizados: “Skills in Pills” (2015) e “F & M” (2019).


No fim de 2020, a dupla comunicou o fim das atividades. Naquela época, uma nota dizia que o vocalista continuaria usando seu nome “dentro de uma nova configuração no futuro”.


Então, já no mesmo ano, Till iniciou uma nova fase, lançando nas plataformas digitais um cover de “Alle tage ist kein Sonntag”, originalmente do cantor Karel Gott, em parceria com o violinista David Garrett.


Investigação arquivada

“Zunge” será disponibilizado após a investigação contra o vocalista do Rammstein por abuso sexual ter sido arquivada. Segundo nota publicada pelo Ministério Público de Berlim, na Alemanha, não existem evidências suficientes para incriminá-lo.

“A avaliação das provas disponíveis (…) e a audiência das testemunhas não permitiram estabelecer que o acusado teve relações sexuais não consensuais com mulheres.”

De acordo com o DW, também não foram encontradas provas que Lindemann teria oferecido “substâncias que suprimem a vontade” de consumar relação sexual. Não houve, também, indícios de que ele teria explorado uma suposta menor de idade — uma alegada vítima de 15 anos seguiu no anonimato, o que não permitiu apurar este caso.


O órgão afirma que as supostas vítimas recorreram a jornalistas em vez das autoridades, recusando-se a prestar depoimento. Dessa forma, não houve meios para fundamentar as acusações.




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