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  • Foto do escritorLuan Radney

Billy Corgan (Smashing Pumpkins) culpa a internet por falta de inovação no Rock



Segundo o site Tenho Mais Discos Que Amigos, em entrevista recente para o Soundcheck, da apresentadora Jen Eckert, o vocalista Billy Corgan, do Smashing Pumpkins, discutiu o impacto que a internet e as redes sociais tiveram na evolução do Rock ao longo das décadas.



Segundo o cantor, a era digital trouxe muitas transformações que redefiniram as formas de se consumir música e o processo consequentemente afetou o mercado, tornando a internet uma espécie de vilã da inovação (via Blabbermouth):

Enfrentamos uma espécie de mudança econômica e cultural com a música se tornando digital que realmente mudou a narrativa ininterrupta por cerca de cem anos de como as pessoas lançavam e consumiam música. Os catálogos estão mais presentes e disponíveis a um clique de distância, e eu acho [que isso] coloca as bandas em uma situação diferente no que diz respeito a como alcançar um público. Então, acho que há menos ênfase no Rock na inovação e mais em manter o seu lugar – deixando minha própria banda de lado, já que nós meio que nos esforçamos para inovar continuamente, para o desânimo de nossos fãs. Então, é difícil falar sobre isso. Sim, [o Rock] realmente não evoluiu da maneira que deveria, mas isso teria exigido um mundo diferente. E, obviamente, quando a internet se tornou o que é, quando a mídia digital se tornou o que é, tudo mudou – mudou o jornalismo, mudou a política. Portanto, é de se esperar.





Billy Corgan fala sobre diferentes gerações


No papo, Corgan também falou sobre as transições geracionais e citou, por exemplo, a chegada do Grunge nos anos 1990:

Quando a coisa Alternative começou, era muito underground. Então, a primeira onda foi, tipo, ‘Quem está dentro? Quem está fora?’ E então pareceu vir essa segunda onda. E nós, como a primeira onda, meio que olhamos em volta e dissemos: ‘Quem são todas essas outras bandas e de onde elas vêm?’ Claro, foi um momento geracional e era de se esperar, mas na época parecia que um monte de gente entrou no Grunge, nas camisas de flanela e, de repente, todo mundo estava arrasando e fazendo o que estávamos fazendo apenas alguns anos antes… Então, acho que tratamos as pessoas daquela segunda e terceira ondas como uma espécie de intrusos.






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